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Como o paciente de ginecologia e obstetrícia procura

O que muda na comunicação

Assuntos sensíveis exigem cuidado editorial que outras especialidades não pedem: linguagem sem julgamento, moderação ativa de comentários e nenhuma exposição de caso, ainda que anonimizado, que permita identificação.

O uso de imagem e relato de paciente — comum em obstetrícia, com fotos de parto e depoimentos — é justamente onde a norma restringe. Autorização não resolve tudo: há limites, e o depoimento usado como prova de eficácia é vedado.

Perguntas frequentes

Como abordar temas íntimos sem constranger a paciente?

Com linguagem técnica acessível, sem julgamento e sem tom sensacionalista. O conteúdo que funciona é o que a paciente consegue ler sozinha, no celular, e sair com a dúvida respondida — não o que a expõe.

Posso publicar foto de parto ou depoimento de paciente?

É o ponto mais delicado da obstetrícia. Uso de imagem e dado de paciente exige autorização e observa limites, e depoimento como prova de eficácia ou forma de atrair clientela é vedado. Submeta a peça à Codame do CRM antes de publicar.

Indicação já traz pacientes. Preciso de marketing digital?

A indicação continua sendo o canal mais forte da especialidade — e é justamente por isso. Quem recebe uma indicação procura o nome no Google antes de agendar. Se não encontra nada, ou encontra um perfil parado, parte da indicação se perde no caminho.

Atende ginecologia e obstetrícia?

Conte como está a comunicação da sua clínica hoje. A resposta vem com o que faríamos primeiro, e por quê.

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