Cirurgia refrativa e catarata são o mesmo consultório e dois mundos: idades opostas, canais opostos, gatilhos de decisão opostos.
A oftalmologia carrega uma divisão de público pouco comum. De um lado, o paciente de cirurgia refrativa: jovem, decide sozinho, pesquisa no celular, é sensível a prova social. Do outro, o de catarata: idoso, frequentemente encaminhado ou influenciado por um filho, e onde a busca local e o telefone ainda dominam.
Comunicar para os dois com a mesma peça normalmente não fala com nenhum. E a presença local pesa mais nesta especialidade que na média, porque ninguém atravessa a cidade para uma consulta de rotina.
A estratégia se divide por público, não por serviço. Refrativa pede página de procedimento, conteúdo de dúvida e prova de estrutura. Catarata pede clareza, acessibilidade e presença no mapa — inclusive tamanho de fonte e simplicidade de navegação no site, que aqui não é detalhe.
Do lado ético, o cuidado central é não anunciar tecnologia ou equipamento como exclusivo quando não é, algo comum na disputa por cirurgia refrativa.
Separando por página e por canal, não por post. O site tem seções distintas por procedimento; a rede social atende principalmente o público de refrativa; a presença local e o telefone atendem o de catarata e o de rotina.
Pode informar a estrutura disponível. O que as normas vedam é apresentar técnica ou equipamento como exclusivo quando não é, ou como consagrado quando ainda não tem reconhecimento científico — algo frequente na disputa por cirurgia refrativa.
Sim. Consulta de rotina e acompanhamento são decididos por proximidade, e boa parte dessa busca termina no resultado do mapa, não nos links. Um consultório pode ter site excelente e ser invisível onde a decisão acontece.
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