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Como o paciente de oftalmologia procura

O que muda na comunicação

A estratégia se divide por público, não por serviço. Refrativa pede página de procedimento, conteúdo de dúvida e prova de estrutura. Catarata pede clareza, acessibilidade e presença no mapa — inclusive tamanho de fonte e simplicidade de navegação no site, que aqui não é detalhe.

Do lado ético, o cuidado central é não anunciar tecnologia ou equipamento como exclusivo quando não é, algo comum na disputa por cirurgia refrativa.

Perguntas frequentes

Como atender dois públicos tão diferentes na mesma comunicação?

Separando por página e por canal, não por post. O site tem seções distintas por procedimento; a rede social atende principalmente o público de refrativa; a presença local e o telefone atendem o de catarata e o de rotina.

Posso destacar o equipamento da clínica?

Pode informar a estrutura disponível. O que as normas vedam é apresentar técnica ou equipamento como exclusivo quando não é, ou como consagrado quando ainda não tem reconhecimento científico — algo frequente na disputa por cirurgia refrativa.

Presença local importa mais em oftalmologia?

Sim. Consulta de rotina e acompanhamento são decididos por proximidade, e boa parte dessa busca termina no resultado do mapa, não nos links. Um consultório pode ter site excelente e ser invisível onde a decisão acontece.

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