Anúncio traz volume rápido. Traz o contato errado com a mesma velocidade, se a segmentação e o atendimento não estiverem prontos.
Mídia paga é o único canal que liga no dia em que você decide ligar. Por isso é tentador começar por ele — e por isso tanta clínica queima verba: o anúncio funciona, o telefone toca, e não há ninguém preparado para responder em vinte minutos.
A Messa trata tráfego pago como aceleração de um processo que já existe, não como substituto dele. Antes de subir campanha é preciso saber quem se quer atender, o que se diz a quem responde e onde esse contato vai parar.
Clínicas com agenda ociosa que precisam de volume em prazo curto, lançamento de nova unidade ou de um procedimento específico, e profissionais que já têm atendimento estruturado e querem escalar.
Não recomendamos começar por aqui quem ainda não definiu processo de atendimento: mídia paga sobre um funil que vaza apenas acelera a perda.
Pode. A veiculação paga segue as mesmas normas de publicidade médica do CFM que valem para o conteúdo orgânico: caráter informativo, identificação com nome e CRM e nenhuma promessa de resultado. Além disso, cada plataforma tem política própria para o setor de saúde, com restrições ao uso de dados sensíveis na segmentação.
Não existe piso universal. O que define é a concorrência da especialidade na sua região e a meta de agendamentos. A verba é definida no planejamento, junto com o critério de quando aumentar e quando parar.
Não. São canais com curvas opostas: o anúncio entrega volume imediato e para no dia em que o investimento para; o SEO demora meses para maturar e o resultado se acumula. A combinação usual é usar mídia paga no curto prazo enquanto o orgânico amadurece.
Tráfego Pago, na sua clínica.
Conte o seu caso no formulário: respondemos com o que faria sentido para a sua especialidade e a sua fase.
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